Especial Páscoa – Pancetta com Mascavo

TEMPO DE PREPARO:  2 HORAS

TEMPO DE COZIMENTO:  1 HORA e 20 MINUTOS

RENDIMENTO: 8 PORÇÕES

INGREDIENTES:

1 peça de panceta (aproximadamente 1,5kg)

1 colher (sobremesa) de sal grosso

1 colher (sopa) açúcar mascavo

Pimenta-do-reino preta moída a gosto

30 unidades de batatas-bolinha

10 rabanetes cortados em 4

20 cenouras-baby

Suco de 4 laranjas

1 colher (café) de sal

MODO DE PREPARO:

Tempere a panceta com o sal grosso, o açúcar e a pimenta e leve ao forno a 240 graus por, aproximadamente, 30 minutos;

– Junte os vegetais em volta, regue com o suco de laranja e salpique sal. Volte ao forno por mais 30 minutos. Sirva.

 

Fonte: www.maiscarnesuina.com.br

 

Suinocultura do DF busca pioneirismo na compartimentação sanitária

O Distrito Federal busca ser pioneiro na compartimentação sanitária da suinocultura no país e, em toda a América Latina. A medida, que consiste em adotar um conjunto de regras sanitárias e de biosseguridade na produção de suínos, vai facilitar o comércio internacional e garantir a proteção genética, além de beneficiar produtores e possibilitar a geração de empregos e renda.

A compartimentação sanitária tem o intuito de preservar a produção de contrair uma ou mais doenças, adotando status e controles específicos. No Brasil, a prática já é consolidada na avicultura e o que se busca é adotá-la para a suinocultura. Uma granja compartimentada está livre de determinados tipos de doenças e, desta forma, autorizada a vender seus produtos mesmo que um surto atinja uma cidade, estado ou o Brasil inteiro e o comércio seja bloqueado ou suspenso por outros países e autoridades competentes.

O protagonismo e pioneirismo pelo qual o DF tem lutado é um trabalho a várias mãos. A intenção é que o modelo seja adotado primeiramente na Granja Miunça, pertencente à Hartos Agropecuária Cenci, uma das produções de referência na técnica de bem-estar animal e Boas Práticas Agropecuárias, localizada na região do Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF).

Nesta frente, a Secretaria de Agricultura (Seagri) tem feito a ponte entre a Hartos e o Ministério da Agricultura (Mapa) para que a empresa possa compartimentar sua produção, conforme preconiza a Instrução Normativa nº 44 de 2007, do Mapa. O trabalho ainda conta com o apoio da empresa DNA South América, especializada em melhoramento genético.

“O objetivo é proteger os locais de produção – desde o suíno jovem até o animal pronto para o abate. As unidades de produção devem obedecer a uma série de requisitos sanitários, como por exemplo o controle de entrada de pessoas, alimentação, desinfecção de veículos, para assim evitar a entrada de um microorganismo”, explica o diretor de Sanidade Agropecuária e Fiscalização da Seagri, Vinicius Campos.

“Tal situação evitaria o sacrifício desses animais nas emergências sanitárias e possibilitaria ao interessado manter as relações comerciais com clientes, inclusive de fora do país, sem nenhum embargo econômico”, completa.

Proprietário da Hartos Agropecuária Cenci, Alexandre Cenci aponta a necessidade de implementar a compartimentação. “Para nós, produtores rurais, ela é muito importante no sentido de blindar nosso sistema de produção para que ele permaneça ativo e em comercialização, seja os animais para genética ou os de corte.

A lógica de proteção à genética é corroborada pela subsecretária de Defesa Agropecuária (SDA) do DF, Cristyanne Taques. Segundo ela, a medida é um grande fomento ao desenvolvimento da suinocultura porque garante a genética do DF e, consequentemente, do país.

Essa certificação é uma forma de proteger o patrimônio genético brasileiro, bem como diminuir os impactos econômicos decorrentes de doenças emergenciais. Por exemplo, caso o Brasil venha a registrar focos de febre aftosa ou da peste suína clássica, a unidade com compartimentação mantém seu status como livre dessas doenças, tornando possível a comercialização direta com clientes de outros países”, reforça a subsecretária.

Para o presidente da DFSuin, Josemar Medeiros, a compartimentação sanitária vai ajudar e muito outros produtores. “Vemos com bons olhos essa iniciativa. Nossa produção é menor do que a de alguns estados, mas nosso padrão tecnológico é acima da média nacional. A compartimentação é uma iniciativa que pode colocar o Distrito Federal em outro patamar”, aposta.

Na visão de Josemar, outras grandes granjas da capital poderão, em breve, atingir o mesmo status, o que vai refletir na qualidade dos produtos e maior competição de preços com outros estados. “O primeiro resultado é a qualidade alimentar. A compartimentação vem primeiro para proteger a genética. E, com melhores produtos, teremos preços ainda mais competitivos”, finaliza.

 

Fonte:  Agência Brasília

Carne suína ganha mais espaço na mesa dos brasileiros

Dados afirmam que o índice de consumo per capita cresceu e já chega a quase 17 kg, além de apontarem também um crescimento de 80% na compra da proteína no varejo

Há 5 anos, o consumo de carne suína per capita no Brasil era de 14,47 kg por pessoa. Hoje, o consumo percorreu um longo caminho e atingiu a marca de 16,86 kg, segundo dados referentes ao ano passado e publicados nesta quinta-feira (18/03) pelo IBGE. Muito deste aumento se deve ao espaço que a proteína ganhou no carrinho de compras dos supermercados durante o último semestre. Segundo uma pesquisa realizada pela Horus, uma empresa de inteligência de mercado, através das notas fiscais do varejo, em julho do ano passado a cada 100 compras no supermercado, uma continha carne suína. Em 2021 este número dobrou e o índice subiu para duas compras de carne suína a cada 100, caracterizando um aumento de 80% no período de seis meses.

Outro fator de impacto tem sido o cenário econômico que abre espaço para que a carne suína se apresente aos consumidores como a opção financeiramente mais interessante de carne vermelha. A alta da carne bovina vem sendo observada desde o ano passado e apontada por diversos especialistas, sendo pauta de jornais como a BBC e o Canal Rural, que previam que a medida que o preço da carne bovina subisse, o consumo diminuiria significativamente, abrindo assim uma grande oportunidade para a proteína suína se destacar na mesa dos brasileiros. Dados da Horus apontam que a carne suína ganhou mais espaço até em relação a outros alimentos, como verduras e legumes.

Essa tendência também já era esperada em decorrência da transferência de renda executada pelo auxílio emergencial que aumentou consideravelmente o poder de compra da população menos favorecida que com mais dinheiro no bolso passou a investir mais na alimentação. Em 2020, por causa do cenário de pandemia, o volume de itens consumidos dentro dos domicílios de todas as faixas de renda cresceu 4% em relação a 2019. Entre as classes D e E, o avanço foi o dobro, chegando a 8%, segundo uma pesquisa da consultoria Kantar. Presunto e apresuntados passaram a ser consumidos por 8,5 milhões de famílias e outras 4,5 milhões foram às compras de linguiça. Em média, o gasto com itens da cesta básica (como carnes) entre beneficiários do auxílio cresceu em 16%.

Esses resultados são comemorados pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), que encara os números como uma boa notícia. Para Marcelo Lopes, presidente da Associação, os números refletem o trabalho desenvolvido pela entidade em promover o consumo de carne suína e em aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mercado. “Comemoramos os resultados pois trabalhamos todos os dias para alcançá-los. A carne suína se mostra mais uma vez como a proteína animal que mais cresce no Brasil, e sabemos que ainda tem muito espaço para crescer.” A diretora de marketing e projetos, Lívia Machado completa dizendo que “com uma análise feita em período total de pandemia, fica claro o comportamento do consumidor em manter e ampliar o consumo das proteínas, e que mesmo com a alta nas mesmas, ele segue e seguirá comprando.”

Aproveitando o bom momento e essa nova tendência de consumo a ABCS tem trabalhado na criação de uma campanha de promoção da carne suína que será realizada a níveis estaduais em parceria com açougues, buscando reforçar mais ainda a competitividade em relação a preços e benefícios oferecidos e atingindo um novo público.

Fonte: ABCS

Frigoríficos Associados se reúnem com a Dipova para tratar do selo Sisbi

Com o objetivo de buscar soluções conjuntas para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa) por parte de agroindústrias do Distrito Federal registradas na Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), foi realizada nesta terça-feira (09/03), reunião na Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF). O encontro contou com a participação da DFSuin e Sindisuínos, representantes dos frigoríficos associados, Dipova, Sistema FAPE/SENAR-DF e do Deputado Distrital Roosevelt Vilela, presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio na CLDF.

Na ocasião, o setor abatedouros de suínos puderam compartilhar informações e identificar os entraves para a adesão da certificação com o selo Sisbi-Poa, que permite a comercialização dos produtos de estabelecimentos agroindustriais em todo o território nacional, o que possibilita a abertura de novos mercados, contribuindo para a geração de emprego e renda. A Dipova consegue o selo com a chancela do Ministério da Agricultura.

De acordo com o diretor da Dipova, Marco Martins, a reunião foi muito produtiva com manifestação de boas ideias. “Na nossa visão o maior desafio é a parte estrutural dos estabelecimentos, como capacidade adequada de armazenamento, por exemplo.  Então, a proposta que saiu da reunião foi a de montarmos plantas modelo em parceria com o SENAR-DF, e disponibilizar para os frigoríficos do DF.  Aqueles que tiverem condições de construir a partir dessa planta, poderão se basear nas diretrizes dela, alterando suas estruturas”, explica.

Para o empresário da agroindústria Suinoaves, Jairo Vieira, o desafio será encarado com muito otimismo. “Hoje o selo Sisbi é uma necessidade aqui no DF, essa adesão possibilitará a conquista de novos mercados para os frigoríficos locais”, destaca.

“A adesão ao Sisbi por parte de agroindústrias do DF é de interesse de todos nós, iniciativa pública e privada, e representa um passo importante para o desenvolvimento rural do no Distrito Federal. Por isso, a Seagri está empenhada em buscar soluções conjuntas com o setor produtivo, a fim de garantir a segurança dos alimentos produzidos em nosso território”, ressalta a subsecretária de Defesa Agropecuária substituta, Cristyanne Barbosa Taques.

O deputado Roosevelt Vilela, disse que o registro no Sisbi é muito importante para dar competitividade ao segmento que, assim como outras áreas, está enfrentando os efeitos negativos da pandemia. “O setor produtivo está enfrentando muitas dificuldades neste momento e, com isso, é preciso vislumbrar novos mercados e formas de comercialização.”, salienta o parlamentar.

 

Fonte: Ascom DFSuin

Foto: Ascom Seagri-DF

 

Projeto de Lei nº 1217/2020 é arquivado

Na manhã desta quinta-feira (04/03), a Associação de Criadores de Suínos e o Sindicato dos Suinocultores do DF (DFSuin e Sindisuínos) foram recebidos no gabinete do Deputado Distrital Roosevelt Vilela, presidente da Frente Parlamentar da Agricultura do Distrito Federal, para tratar do Projeto de Lei nº 1217/2020 de autoria do Deputado Distrital Iolando Almeida, que estabelece medidas de prevenção para o funcionamento dos estabelecimentos de abatedouros frigoríficos de carnes, em decorrência do novo coronavírus (COVID-19).

Participaram da reunião o presidente do Sistema FAPE/SENAR-DF, Fernando Cesar Ribeiro; representando a DFSuin e o Sindisuinos, o gestor executivo Douglas Rocha; o empresário do frigorifico Suinoaves, Jairo Vieira e a médica veterinária do frigorífico Sabugy, Loiane Souza. Por meio de nota técnica, esses representantes apresentaram seus argumentos para que o Projeto de Lei tivesse seu texto revisado, pois diversas destas medidas contrariam previsões sanitárias vigentes e já adotadas pelos estabelecimentos.

Entendendo as questões expostas pelos participantes, o Deputado Roosevelt conversou em ligação telefônica (viva voz) com o Deputado Iolando Almeida, que aceitou o pleito e confirmou que o Projeto de Lei será encaminhado para arquivamento.

“Em nome da Associação e do Sindicato, agradecemos o empenho da Federação da Agricultura e da Frente Parlamentar da Agricultura do DF em nos ajudar durante esse processo, agradeço à equipe DFSuin pela articulação e organização e aos frigoríficos associados pela pronta resposta e mobilização para o bom encaminhamento dessa questão. Isso mostra o quanto a união dessas entidades é importante para o fortalecimento do nosso setor”, destaca o presidente da DFSuin, Josemar Medeiros.

Para o presidente do Sindisuinos, Ivo Jacó de Souza, o arquivamento desse PL é prova da importância das nossas instituições, que precisam ser fortalecidas com a participação de todos, a exemplo do ocorrido hoje. “Vários atuaram, alguns presencialmente outros nos bastidores, por isso obtivemos essa virada num assunto que praticamente inviabilizava os frigoríficos locais, o que seria péssimo para a suinocultura do DF.  Somos poucos mas somos respeitados. Parabéns a todos!”, completou.

 

Fonte: Ascom DFSuin

Foto: Ascom CLDF

DFSuin e Sindisuínos debatem PL que estabelece restrições para o funcionamento dos Frigoríficos do DF

O encontro contou com a participação de Frigoríficos Associados e da FAPE-DF

A DFSuin e o Sindisuínos reuniram-se nesta segunda-feira (01/03) com Frigoríficos Associados e seus representantes técnicos para debater sobre o Projeto de Lei nº 1217/2020 de autoria do Deputado Distrital Iolando Almeida, que está tramitando na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O projeto de lei estabelece medidas de prevenção para o funcionamento dos estabelecimentos de abatedouros frigoríficos, em decorrência do novo coronavírus (COVID-19).

Durante a reunião que ocorreu de forma híbrida, os participantes analisaram  minuciosamente os 11 artigos do PL. Para os técnicos presentes é estranho que o Projeto de Lei restrinja as medidas de prevenção única e exclusivamente aos estabelecimentos de abatedouros frigoríficos de carnes, excluindo as demais linhas industriais. Eles ressaltam ainda, que diversas destas medidas contrariam previsões sanitárias vigentes e adotadas pelos estabelecimentos.

Antes que o Projeto seja votado na CLDF, a Associação e o Sindicado junto à Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (FAPE-DF) apresentarão ao Deputado Iolando Almeida, uma nota técnica com todas as ressalvas e considerações discutidas no encontro. O objetivo é manifestar contrariedade ao Projeto solicitando uma revisão     conforme as questões argumentadas pelo setor. A nota explica que “o projeto de lei não inova nas questões de combate a pandemia, trazendo apenas medidas que oneram a atividade empresarial do setor, desacompanhado de estudo técnico”.

 

Fonte: Ascom DFSuin