CNA lança plataforma para comercializar produtos do agro

Com o objetivo de ajudar produtores rurais a escoarem a produção de alimentos e  facilitar a comercialização nesse momento em que os canais de distribuição convencionais estão prejudicados pela pandemia do coronavírus, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou no dia 15/04, com apoio do Ministério da Agricultura, uma plataforma nacional de comércio eletrônico que vai reunir produtores rurais, aplicativos, redes de supermercados e prestadores de serviço de frete.

No portal mercado.cnabrasil.org.br, o produtor poderá cadastrar a sua região e os produtos que têm à disposição, e o interessado em comprar informará sua demanda e abrangência. As entregas poderão ser feitas por empresas de logística com atuação nacional ou regional, que estiverem cadastradas na Plataforma.

Já os compradores, poderão se cadastrar na plataforma da CNA e indicar a sua necessidade por produtos, quantidades e regiões de abrangência e, a partir daí, localizar os produtores que estão mais próximos.

Guia – O Sistema CNA/SENAR também vai disponibilizar ao produtor rural um guia com orientações sobre como comercializar seu produto pela internet. A publicação trará, além de informações sobre embalagem, volume e peso, dicas de como tornar o produto mais atrativo para o consumidor.

Acesse o guia completo aqui.

Fonte: DFSuin com informações da CNA

Arte/Imagem: CNA

Associados da DFSuin/Sindisuínos doam 1,5 tonelada de carne suína ao Banco de Alimentos da Ceasa

 A ação solidária irá beneficiar 29 instituições de caridade, ajudando 2.500 pessoas em vulnerabilidade social  

Sensibilizados com os impactos sociais e econômicos devido à pandemia do Coronavírus, quatro associados da Associação e Sindicato de Criadores de Suínos do Distrito Federal (DFSuin/Sindisuinos), tiveram a iniciativa de doar cortes suínos para a comunidade carente do DF. Nesta quarta-feira (8), foi entregue ao Banco de Alimentos da Ceasa, 1,5 tonelada de carne suína, para ser distribuída hoje às 29 instituições de caridade que são cadastradas no Programa.

O objetivo da ação é ajudar alguns abrigos e famílias daqui mesmo do nosso “quadradinho”, que estão necessitando de alimentos e produtos de higiene pessoal, ainda mais nesse momento de crise. “Queremos fazer a nossa parte, diante desse cenário que é desafiador para todos os brasileiros, e esperamos que esse pequeno gesto sirva de exemplo para outros produtores rurais e empresários que podem ajudar os mais necessitados, sem esperar que só o Governo faça algo a respeito”, destaca o presidente da DFSuin, Josemar Medeiros.

A ideia foi inspirada pelo suinocultor, Rodrigo Batista, ele ressalta que neste momento de dificuldade a solidariedade deve prevalecer. “Todo mundo pode fazer alguma coisa além daquilo que é sua obrigação, esse é o espírito desta doação, se todos contribuírem um pouquinho a gente minimiza os efeitos dessa pandemia”, disse.

Para garantir a segurança sanitária nos procedimentos desde o abate dos animais doados, até a logística de entrega dos cortes, a Associação buscou parceria da Seagri-DF e optou pelo Banco de Alimentos, por ser um Programa de credibilidade que atua de forma transparente, evitando o desperdício de alimentos e ajudando a população que está em vulnerabilidade alimentar. “Além disso, é um ponto de distribuição que oferece estrutura adequada para o armazenamento e conservação do nosso produto, ou seja, possui a Câmara Fria”, frisa o gestor executivo da DFSuin, Douglas Rocha.

Douglas considera essa iniciativa muito importante nesse momento de crise, pois vai beneficiar muitas famílias que necessitam da proteína animal para consumo. “Precisamos ser solidários com aqueles que mais estão precisando nesse período delicado e espero que essas pessoas tenham uma páscoa mais feliz com a carne suína”!

 

A subsecretaria de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, explica que o Serviço de Inspeção da DIPOVA realizou o controle sanitário dos animais desde o recebimento no frigorífico a inspeção do abate, dos cortes, embalagem e armazenamento na agroindústria.  “O Serviço de Defesa Agropecuária do DF fez a parte que nos cabe, que é garantir a sanidade para que o produto final seja seguro para o consumidor. Somos muito gratos aos produtores e empresários que confiaram no trabalho da Seagri e do Banco de Alimentos. Parcerias como essa nos enchem de orgulho de trabalhar diariamente com o agronegócio”, declara a subsecretária.

Segundo a diretora de Segurança Alimentar e Nutricional da Ceasa, Lidiane Pires, é a primeira vez que o Banco de Alimentos recebe carne suína como donativo. “É sensacional poder oferecer essa proteína para as pessoas em vulnerabilidade alimentar, levando em conta o quanto a carne suína é saudável e ajuda no nosso sistema imunológico”.

Lidiane comentou ainda, que o trabalho do Banco de Alimentos não parou, mesmo com as medidas de contingência do GDF como prevenção à Covid-19. Semanalmente, o Banco recebe doações de 900 cestas básicas e a equipe faz rapidamente a triagem para que esses alimentos cheguem o quanto antes à população atendida pelas instituições cadastradas.

Fonte: Ascom DFSuin

Cartilha destaca cuidados para se prevenir do coronavírus (COVID-19) durante o deslocamento

Conteúdo elaborado pela ABCS traz orientações para os colaboradores de granjas e demais agroindústrias

Nesta semana, a Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), lançou o quarto material técnico sobre a COVID-19. A nova edição conta com instruções tanto para os colaboradores quanto para as empresas que lidam diariamente com o transporte de funcionários, visando mitigar os riscos de exposição enfrentados pelos trabalhadores do setor suinícola, que integram atividades essenciais durante este período de quarentena.

O transporte, requer ações contínuas de prevenção e redução de riscos de contágio, seja para proporcionar segurança aos colaboradores, bem como para realizar corretamente o abastecimento de alimentos, produtos veterinários e o fornecimento de ração nas granjas. Com isso, a realização da limpeza e desinfecção dos veículos de transporte, deve ser realizada com maior frequência, e pelo menos a cada viagem ou turno que passa. Além disso, é importante seguir as orientações da unidade de produção, do Ministério da Saúde e das autoridades responsáveis pela área.

Também é importante evitar aglomerações nesses espaços, mantendo distância. E, caso o funcionário apresente sintomas de gripe, febre, sensação de falta de ar ou doenças similares (COVID-19), deve comunicar imediatamente o responsável pela unidade produtiva, e não embarcar no transporte coletivo, visando a sua proteção, e a dos demais que realizam o deslocamento diário.

“Estamos reforçando ações que visam a manutenção do bem-estar e da saúde única, tanto para as pessoas envolvidas, quanto para a biosseguridade das unidades produtivas.  Sendo assim, este material traz orientações durante o transporte para reduzir o risco de contágio e de transmissão do novo vírus causador da COVID-19.  Portanto, utilizar máscaras durante a viagem em transporte coletivo, lavar e desinfetar constantemente o interior do veículo, reduzir o número de pessoas por viagem e manter afastados os possíveis funcionários com sinais suspeitos da doença, é  fundamental para proteger contra a infecção”, apontou a diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke.

Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, é fundamental investir em ações educativas e que chamem atenção para a mudança de hábitos, pois neste momento a colaboração de todos é essencial. “O que podemos fazer é diminuir os riscos para evitar o contágio e disseminação da doença e a união de toda a cadeia no esforço de proteger as pessoas e garantir a continuidade do funcionamento do setor pode salvar vidas. A produção de alimentos não pode parar e por isso, precisamos aumentar os nossos cuidados para manter a saúde dos nossos colaboradores e a segurança alimentar.

Para acessar outros conteúdos da ABCS relacionados à covid-19, clique aqui http://www.abcs.org.br/materiais-tecnicos

 

Fonte: ABCS  

Texto editado pela DFSuin